Descubra como começam e porque elas contribuem para um trabalho seguro e confiável no seu Laboratório. As Boas Práticas de Pipetagem começam quando conhecemos aquilo com o que vamos trabalha
As pipetas são utilizadas para medição e/ou transferência de quantidades precisas de líquidos diversos.
As pipetas são bastante utilizadas no preparo de amostras, Sendo uma das etapas mais críticas da Química Analítica. É por isso que precisamos tomar alguns cuidados quanto à escolha do tipo / volume mais adequado, quanto à maneira correta de utilização e cuidados.
Em princípio, elas podem ser de vidro, de plástico ou automáticas (mecânicas ou eletrônicas). Sendo assim, vamos tratar aqui os tipos mais comuns, encontrados em um Laboratório.
São as pipetas mais comuns em um laboratório e podem ser utilizadas para diversas aplicações.
Os principais tipos são:
Esses três parâmetros podem ser tratados como coordenadas para um ponto em três dimensões também conhecido como espaço de Hansen. Dessa forma, quanto mais próximas duas moléculas estiverem neste espaço tridimensional, maior a probabilidade de elas se dissolverem uma na outra.
As pipetas necessitam de um pipetador: acessório que permite a sucção e o descarte dos líquidos de maneira segura e eficiente.
Ainda com relação às pipetas de vidro, de fato, precisamos nos preocupar com a Classe do material escolhido, sendo elas:
São utilizadas para medir pequenos volumes de líquidos ou contar gotas (nome pelo qual ela também é conhecida).
A escolha da melhor micropipeta também é um fator importante!
Além de escolher um produto de qualidade, devemos escolher o volume mais adequado às nossas necessidades. Portanto, utilize volumes entre 35 e 100% da capacidade total. A faixa de erro da pipeta encontra-se na sua faixa inicial (cerca de 10% do volume).
A princípio, a utilização das pipetas de vidro é, relativamente, simples. Em primeiro lugar o líquido é aspirado para o interior da pipeta, por sucção, com auxílio de um pipetador, até a linha inferior do menisco da superfície livre do líquido coincidir com a linha horizontal do tubo da pipeta volumétrica. Em segundo lugar, coloca-se a pipeta sobre o recipiente de destino e transfere-se completamente o líquido.
Deve-se observar o menisco sempre na horizontal e na altura dos olhos, afim de evitar erros de paralaxe.
Já as pipetas automáticas precisam de cuidados específicos. Durante a aspiração, a pipeta deve ser mantida na posição vertical e a ponteira imersa até a profundidade adequada. Assim evitando tocar nas paredes laterais ou no fundo do recipiente da amostra.
Contudo ao dispensar a amostra, a ponta deve tocar a parede do recipiente com uma leve inclinação, arrastando-a levemente ao longo da parede.
Um dos fatores mais críticos de qualquer tipo de pipeta é a limpeza!
Esta deve ser realizada com produtos adequados e, logo após o término da utilização.
Posso deixar de molho e lavar no final das atividades? Sim, desde que as propriedades do líquido manipulado sejam conhecidas e que não haja possibilidade de contaminação cruzada.
Assim que possivel, consulte sempre o fornecedor para saber o método mais adequado de cuidar do seu material, seja uma pipeta de vidro, seja automática.
Caso queira mais detalhes, contrate nosso Treinamento Personalizado de Boas Práticas de Pipetagem!
Fontes de pesquisa:
Por Andrea Moreira
Espectrometria de Massa com Eletroquímica (EC-MS) Introdução à Espectrometria de Massa EC-MS A Espectrometria de…
O que são as Boas Práticas de Laboratório (BPL) Primeiramente, é importante ressaltar que…
Segurança no Laboratório é um tema importante? O tema segurança no Laboratório Químico nos provoca…
Já ouviu falar em HIC? Princípio da HIC A Cromatografia de Interação Hidrofóbica (HIC) separa…
Manutenção Preventiva de Sistemas Analíticos: Garantindo a Precisão e Confiabilidade dos Dados A manutenção…
This website uses cookies.